Eu, com a minha sincera esperança tipicamente infantil, me perguntava quando seria a minha vez.

Mas a sorte, essa filha ingrata do destino, resolveu não mudar de opinião. Se limitou a me olhar com tom de deboche e dizer:

__ Mas que menina BURRA! - e começou a rir - Ainda não aprendeu que não é você que vale o dia? Lindinha, tudo que eu te reservo é uma dose diária da dor do fim.